Educação não formal: o potencial para educação ambiental de parques e museus.

Estamos em agosto, e quem não foi durante as férias em um parque, aquário, museu, jardim botânico ou zoológico com alguma criança (ou sem, podem confessar…rsrsrs). A verdade é que em tempos de urbanização, ir a um local como estes pode nos trazer uma pausa na correria e nos reconectar com a natureza.

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Passeio no Orquidário Municipal de Santos (foto por Diley Gomes,2017)

Muitos já concordam que parques e museus tem um potencial grande para atrair a curiosidade dos visitantes, que buscam lazer e alguma atividade diferente de ficar conectado na rede virtual ou andando por centros comerciais. Mas parques e museus tem também um grande potencial para a educação não formal, aquela que produz aprendizado de conteúdos da escolarização formal, porém em espaços não formais, de forma lúdica. Para Vieira et al (2005) estes ambientes podem ser úteis na educação de conteúdos suprindo carências que a escola venha a ter de laboratórios e recursos audiovisuais, que segundo os autores são importantes para estimular e fixar o aprendizado.

Nos estudos de Soga e Gaston (2016) seus resultados demonstraram que as crianças desta geração gastam menos tempo em experiências que envolvam a natureza ao ar livre se comparadas com crianças das gerações anteriores. Segundo os pesquisadores esta queda na experiência diária com a natureza não apenas pode diminuir os benefícios relacionados à saúde e ao bem-estar humano, mas também estaria ligado a desencorajar emoções, atitudes e comportamentos positivos em relação ao meio ambiente, o que poderia levar a um ciclo de descontentamento com a natureza. Quantas crianças hoje tem contato com a fonte do alimento que está em suas mesas? Esta geração “desconectada da natureza” pode se tornar a geração menos consciente de suas responsabilidades de cuidar e preservar o meio ambiente, por simplesmente não ter “memória afetiva” com a natureza como as gerações anteriores. Por isso pode se afirmar que os “espaços verdes” em meio ao meio urbano são tão importantes para a educação ambiental de nossas crianças.

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Jardim Botânico do Rio de Janeiro (2016)

Neste ano iniciei um mestrado em ecologia, com foco em biodiversidade. Pensando que a educação ambiental eficiente seria um instrumento para a conscientização da importância da preservação da biodiversidade, passei a aprofundar o questionamento do uso dos parques e museus da cidade em que vivo para este fim. Embora sejam espaços com potencial para realizar ações de educação ambiental não formal, estariam eles sendo eficientes em suas exposições e abordagens? Certamente outros pesquisadores concordam que é necessário rever muitos conceitos e realizar uma análise profunda desses espaços e de seus conteúdos, assim como de como tem sido apresentado para os visitantes, se o assunto biodiversidade e conscientização ambiental estão sendo colocados de forma clara e se as exposições realmente ajudam no aproveitamento do aprendizado não formal.

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Visita ao Orquidário Municipal de Santos (2017)

Sendo assim realizei algumas visitas, com o intuito de avaliar estes espaços na cidade de Santos/SP, no primeiro semestre de 2017, e os resultados foram reunidos e publicados em um artigo que acabou de sair. Convido a ler e fomentarmos essa discussão: os parques e museus ajudam na educação ambiental? Seria melhor levar as pessoas para o habitat natural? Como as exposições poderiam ser mais eficientes e alcançar o público, trazendo um resultado positivo na conscientização ambiental de adultos e crianças?

Este é nosso artigo: SANTOS, Sílvia Lima Oliveira dos; GIORDANO, Fabio. Educação ambiental não formal: os parques e museus de Santos – SP. UNISANTA Bioscience Vol. 6 nº 3 (2017) p. 172-187. Disponível em: <http://periodicos.unisanta.br/index.php/bio/article/view/815/896&gt;

Nossos parques, jardins e museus podem reconectar a nova geração com a natureza e gerar percepção ambiental, consciência verde e preservação da biodiversidade. Não pode haver um futuro sustentável sem pessoas educadas para preservar, que se importem com o planeta que habitamos. Vamos fomentar essas sementes de educação ambiental. Leia, curta e compartilhe!

Referências citadas:

VIEIRA, Valéria; BIANCONI, M. Lucia; DIAS, Monique. Espaços não-formais de ensino e o currículo de ciências. Cienc. Cult.,  São Paulo,  v. 57,  n. 4, Dec.  2005 .   Disponível em:  <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252005000400014 &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 16 de jun. 2016.

SOGA, Masashi; GASTON, Kevin J. Extinction of experience: the loss of human–nature interactions. Frontiers in Ecology Environ (2016) Vol 14(2). P. 94–101, doi:10.1002/fee.1225

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Memórias e reflexões: meu amor por viajar.

Olá galerinha!!!

Olha eu de novo aqui para falar um pouco sobre uma das minhas paixões: viajar! Esses dias parei para refletir sobre meu amor por fazer as malas. Sabe aquele friozinho na barriga quando você ouve a palavra “viagem’? Aquela sensação gostosa que dá quando você começa a planejar seu próximo destino? E a indecisão para escolher onde ir nas próximas férias? Quem nunca ficou sem dormir na noite anterior do embarque atire a primeira pedra… kkkkkk img_20150810_141123

Sim, eu gosto muito de viajar e confesso que não lembrava quando isso tinha começado não, pois desde que me entendo por gente eu sonhava em viajar, conhecer lugares novos, fazer intercâmbio, etc. Sempre tive muita facilidade com idiomas e fui autodidata (aprendi inglês, espanhol, francês e italiano em casa, nos livros, nos discos, nos dicionários…). Então esses dias lembrei da minha primeira experiência de viajar sozinha: eu fui em uma fábrica de refrigerantes, localizada na cidade de Cubatão, aqui do lado da minha cidade, em uma excursão da escola. Eu lembro da ansiedade, de arrumar a mochila com o ‘lanchinho‘ e que eu simplesmente não consegui dormir a noite toda, e mesmo assim, não fiquei com sono durante a visita…. Pode parecer algo “super-chato”, uma visita técnica para fazer um trabalho, pode ter sido algo simples, mas para uma criança que nunca tinha entrado em um ônibus de viagem aquilo era o máximo!!!! ❤

Depois eu tive uma experiência de viajar sozinha para Campos do Jordão. Eu sempre reclamei do calor, desde criança eu não gosto de verão, eu nasci e moro no litoral, mas eu não sei lidar com calor: passo mal, minha pressão fica baixa, eu não curto ficar na praia assando, nem nada disso. Enfim, meu pai já estava muito irritado com toda a reclamação adolescente, no auge dos meus 16 anos (ah se eu soubesse a moleza que era minha vida…. hehehehe), pois eu vivia dizendo que queria me mudar, que quando fosse maior de idade ia embora pra um lugar bem frio, enfim toda aquela revolta típica da idade. Então ele decidiu pagar uma excursão para eu ir sozinha, na mente dele ia me provar que frio é horrível, até porque ele teve uma experiência ruim em uma excursão para Campos e achou que seria a mesma coisa comigo.

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Minha primeira viagem à Campos do Jordão ❤

Bem, eu fiquei com um pouco de medo, minha mãe quase surtou com meu pai, por me mandar sozinha com um monte de gente desconhecida, para tão longe, até porque na época não tinha celular (sim, eu sou velha, kkkk). Mas eu fui, e amei, me apaixonei pela cidade, e foi aí que o bichinho do “Wanderlust” me pegou.

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Em 2002 eu fiz curso técnico de Turismo e Hotelaria, mas como não consegui pegar meu diploma, eu até tentei conseguir uma vaga para trabalhar na área, entreguei muito currículo, porém eu não tinha inglês fluente e meu espanhol era básico, afinal só sabia o que aprendi na escola e em casa. Naquela época meu sonho era trabalhar em navio, mas também não rolou. Foi nesse curso que tive a oportunidade de pisar em um aeroporto pela primeira vez, assim como fazer minha primeira visita a um museu, o Museu do Ipiranga. Lembro que quando vi aqueles aviões, as pessoas passando com suas malas, eu pensei: “um dia vou voltar aqui para embarcar…” Bem, eu nunca embarquei no aeroporto de Congonhas, somente em Guarulhos, mas eu realizei meu sonho de voar. Hoje eu entendo que trabalhar com turismo e hotelaria simplesmente “não era pra ser”, antigamente eu não me conformava de ter estudado 18 meses e não poder usar meu conhecimento, então coloquei numa gavetinha da minha mente. Porém, eu acredito que conhecimento recebido nunca é perdido, e sei que de alguma forma aquele curso me ajudou bastante a enxergar o turismo de outra forma, de compreender alguns termos e só confirmou minha paixão por viajar!

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Visita técnica do curso de Turismo ao Aeroporto de Congonhas.

Espero que tenham apreciado um pouco minhas memórias e que estas reflexões tenham inspirado você a sonhar mais alto e desejar realizar seus planos. Viaje, para perto ou longe, dê a você mesmo a oportunidade de conhecer coisas novas e viver experiências incríveis, traga presentes, fotos, mas o mais importante: aproveite cada momento em que estiver lá, viva o presente da vida e esteja presente.

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Abraços e até a próxima!

By Silvinha Santos

Superando o medo

Muitos não sabem, mas eu faço natação há algum tempo, não somente pelos benefícios para a saúde ou para perder peso, mas porque foi um alvo de superação para mim. A verdade é que tive uma experiência traumática quando eu era criança, eu quase me afoguei na praia, no raso, e fiquei com muito medo de entrar na água novamente, fosse no mar ou piscina, e muitas vezes a fobia também se manifestava na hora de lavar o cabelo. Só quem já passou por um afogamento sabe como é essa sensação. Um pavor que toma conta de você, te faz entrar em desespero e perder totalmente o controle da situação. Você se torna refém deste medo, desta monstruosidade que sua mente cria, seja ela verdadeira ou não, e você paralisa.

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Foi somente há alguns anos atrás, quando entrei em contato com as técnicas de coaching, que decidi acabar com as crenças limitantes e superar meu medo de nadar. Não foi nada fácil, foi bem difícil na verdade, pois o primeiro professor que eu tive não ajudou em nada: ele não foi gentil, não teve sensibilidade para lidar com meu trauma. Eu passei meses indo para a natação e usando uma boia amarrada no corpo. Imaginem a cena, uma mulher de vinte e poucos anos com uma boia amarrada. Pois é, eu “paguei mico”, mas eu não desisti, os professores mudaram e finalmente tive uma professora maravilhosa, a Érica, muito sensível e carinhosa que me ajudou e muito! Sim, eu venci a batalha contra o medo, eu aprendi a nadar sem boia, e já conseguia fazer uma marca de 1.500 m em uma hora! Para quem nada isso não é nada, mas para mim é a prova da superação e de que qualquer crença limitante pode ser quebrada.

A história não acaba aqui, não estou escrevendo nenhum conto de fadas, nenhum romance fictício, onde os personagens são “felizes para sempre” é da vida real que estamos falando. Vencer o medo não é apagar esse trauma da sua vida, é superar a lembrança traumática e conviver com ela de forma que já não te paralise. Mas, o medo volta, quando olhamos demais para a situação ao redor, perdemos a confiança, lembramos que não temos o controle e caímos novamente. Lembrei de Pedro, que estava andando sobre as águas confiadamente, mas foi só sentir o vento no rosto e ver as ondas que ele lembrou: “Opa, isso não é normal, eu estou andando em cima da água, eu posso afundar a qualquer momento…” e foi aí que ele começou a afundar. (“Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: ‘Senhor, salva-me! ’” Mateus 14:30). Eu sei bem como é isso. Eu quase me afoguei novamente há alguns anos atrás, durante uma aula errei a respiração e me descontrolei, fiquei um tempo na piscina me debatendo, estava muito cheia e não conseguia alcançar o chão com os pés (sou baixinha mesmo). A professora correu para a borda e começou a gritar, não lembro o que, mas me fez pensar: “eu estou em uma aula, eu sei nadar, eu não sou uma garotinha se afogando no mar, eu consigo boiar, eu posso sair dessa…” E foi assim que me acalmei e consegui me controlar, passei a boiar, consegui respirar e nadei até a borda.

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Este ano eu voltei a nadar, finalmente fui liberada pelo médico para fazer algumas atividades, após uma lesão no joelho, sendo a natação uma delas, por ter menos impacto na articulação. Atualmente eu amo nadar, estar debaixo da água, ouvindo somente o barulho da movimentação do seu corpo submerso. (“No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. ” 1 João 4:18). Geralmente utilizo este tempo para meditar, refletir, repassar ideias mentalmente. Meus dias mais produtivos são quando faço natação, ou quando corria, pois, embora meu corpo esteja atento aos movimentos, e eu esteja consciente das ações dos meus membros, meu cérebro está livre para trabalhar, criar, gerar coisas novas. Além disso, gosto da solidão nestes momentos, não poder falar ou estar em meio ao barulho suave da natureza me desperta os sentidos e eleva meus pensamentos. Não gosto de academia exatamente por isso, sou um tanto quanto antissocial, e as músicas altas, pessoas falando, conversinhas, atrapalham minha atividade cerebral criativa.

Mas o que quero falar aqui neste artigo é sobre superar o medo. Sobre não deixar que o medo sabote você. Hoje quando cheguei na aula a piscina estava muito cheia, a água estava na borda. Já pensei: “Meu Deus, hoje eu não consigo parar e ficar em pé na piscina, se acontecer algo tenho que continuar nadando”. Aí, quando fui entrar vi que tinha muitos insetos e assim que entrei tinha uma baratinha nadando do meu lado. Esse é outro medo que preciso superar todos os dias: barata. Já tive pavor, ao ponto de me desesperar, mas agora até consigo matar. Mas hoje aquela baratinha me desestabilizou… E se ela subisse em mim? Então já entrei na piscina com a confiança abalada, com medo mesmo sabe? E não deu outra: no meio dos 300 m, ainda fazendo aquecimento perdi o controle de novo e quase me afoguei. Foram apenas alguns segundos, afundando e me debatendo, mas aquelas lembranças traumáticas paralisaram meu raciocínio novamente e eu esqueci que sabia nadar. As crenças limitantes sempre vão tentar vir à tona, se você já entrar na luta com medo de perder, seu fracasso aconteceu antes mesmo de começar. Depois que consegui me tranquilizar e voltar a boiar, ficar respirando até meu batimento normalizar e conseguir nadar até a borda, depois que estava lá em segurança na borda lembrei de Jó e sua célebre frase: “Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu. ” (Jó 3:25). Até porque, a ‘bendita’ barata também achou um jeito de subir no meu braço, sim, eu consegui atrair tudo o que eu não queria hoje.

Depois disso tudo passei 800 m nadando e pensando na lição que aprendi: a insegurança atrai o fracasso. O medo de algo te leva a viver aquilo que você teme. Alguém que entra em um relacionamento com medo de ser traído, mal-amado ou abandonado, já está condenando seu relacionamento. Alguém que vai para uma prova ou entrevista com medo de não ser selecionado provavelmente não vai ser bem-sucedido nesta empreitada. Começar um curso ou uma faculdade com medo de não conseguir completar, é quase a mesma coisa que assinar sua desistência. A insegurança e o medo limitam nossas habilidades, enfrentar a situação olhando para o que pode acontecer de errado te leva ao fracasso, pois dá lugar na sua mente para as crenças limitantes que distorcem nossa visão e criam gigantes intransponíveis. Quer vencer algo? Se livre do medo, diga não para a insegurança e passe a olhar o que há de bom na situação: as ondas são altas e o vento está batendo? Jesus está com você sobre as águas. Sua família é tão abençoada que você tem medo de perder tudo isso? Creia que mesmo na morte, na dor e na perda, Deus tem restituição e renovação para você. A piscina está cheia até a borda? Aproveite para melhorar sua habilidade e criar resistência. Tudo é questão de perspectiva, você escolhe como vai encarar, e nessa escolha determina como serão seus resultados. Escolha superar o medo hoje!

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By Silvinha Santos

Fontes das Imagens:

http://negocioseoportunidades.net/medo-e-o-grande-vilao/

https://pensador.uol.com.br/ e Google imagens

Receitas de sobremesa sem leite e sem soja

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Olá galerinha linda!!!

Faz tempo que não trago receitas novas, a correria está grande, mas aqui estamos para cumprir a promessa que fiz no Instagram, postar a receita do brigadeirão! Bem, o final de ano é a época de comilança, não é mesmo? Só que para intolerantes e alérgicos é uma época complicada, comer na casa da família pode ser perigoso, a celebração pode acabar em dias de recuperação. Por isso andei fazendo novas experimentações de receitas, claro que fiz as consagradas, as que tenho certeza que vai dar certo, mas testei coisas novas e adaptei algumas receitas, e vou compartilhar com vocês. ❤

Eu recebi uma receita “ma-ra-vi-lin-da” da Flávia Machioni, do Lactose não, e fiquei super-master-blaster empolgada, aquela receita da vida, sabe? É de pudim de leite, uma das minhas sobremesas favoritas, que não como há anos, e decidi tentar. Postei essa receita lá no final, caso vocês queiram fazer. Infelizmente a minha tentativa não teve êxito, pois sou alérgica a castanha de caju e tentei substituir com leite de arroz, porém não deu ponto. Mas ficou bem gostoso, com cara de ambrosia, comi tu-di-nho kkkkkkkkkkk  (modo formiga on) Claro que vou tentar de novo, um dia eu chego lá e posto aqui…heheheh 🙂

Porém eu fiquei com muita vontade de comer Brigadeirão, teve no Natal e no Ano Novo e eu não pude nem passar perto dele… #chateada… 😦 Então peguei a receita original, misturei com a receita de pudim da Flávia, fui adaptando “daqui e dali”, e no final não é que deu certo? Sim, matei minha vontade, e foi aprovada aqui em casa, fiz no sábado e não chegou na segunda-feira… Então se joga e seja feliz, porque aqui é #semleite e #semsoja!

Brigadeirão sem proteína do leite

INGREDIENTES

3 ovos

1 1/2 xícara de açúcar demerara

2 xícaras de leite condensado de arroz (fiz bem cremoso, quase um creme, uma xícara de arroz, cozido só na água até ficar bem molinho, bate ainda morno no liquidificador com água fria até ficar um creme – pode colocar um pouco de açúcar demerara para bater)

5 colheres de cacau em pó (verifique se é puro, cuidado ao comprar a granel)

1 colher de margarina BECEL AZUL (a única que não tem leite)

Chocolate granulado DORI (o único que conheço até o momento que não tem proteína do leite)

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador, por 5 minutos até obter uma consistência cremosa. Eu bati primeiro os ovos, açúcar e margarina, depois adicionei o leite cremoso e bati por 5 minutos. Despeje a massa em uma forma com furo central untada com margarina. Eu assei no forno normal, a 200º C, durante 40 minutos, sem banho-maria. Você pode também tentar no forno micro-ondas, então coloque em forma própria para micro-ondas, untada com margarina e asse por 10 minutos. Se for forno elétrico fique de olho, acredito que metade do tempo (20 a 25 minutos) é suficiente. Deixe a massa esfriar por 15 minutos e depois leve à geladeira por 1 hora. Desenforme quando estiver bem gelado e confeite com o chocolate granulado.

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Não ficou lindo, mas estava muito bom, bem cremoso!!! ❤

Pudim de Leite Vegetal – Receita da Flávia Machioni do Lactose Não

Ingredientes

Pudim

250 ml de leite vegetal

250 ml de creme de castanha de caju (bata 1 xícara de castanha de caju deixada de molho por 8h com 3/4 de xícara de água mineral)

1/3 xícara de açúcar demerara

1 gema

2 ovos

5 gotas de extrato natural de baunilha

Misture em uma panela o leite vegetal e o creme de castanha de caju. Leve ao fogo até que comece a ferver. Desligue e tampe. Em uma tigela, bata a gema, os ovos e o açúcar, até ficar um creme mais claro. Misture ao líquido ainda quente, de maneira rápida e constante, para que cozinhe por inteiro e fique homogêneo, por último adicione o extrato de baunilha e mexa bem. Despeje o líquido na fôrma, por cima do caramelo, e asse em banho-maria. Temperatura do forno deve estar em aproximadamente 180 graus. Asse por 45 minutos.

Caramelo

1/3 xícara de açúcar demerara

1 pitada de sal

Raspas de laranja – opcional

Misture os ingredientes, despeje na forma do pudim. Leve a forma à boca do fogão e deixe caramelizar. Não mexa com colher, caso preciso, mexa a fôrma – com cuidado porque estará bem quente. Espalhe o caramelo na forma.

Para desenformar:

Deixe esfriar completamente, fica mais fácil para não quebrar. Dê uma leve aquecida no fundo da forma para que o caramelo derreta e solte mais fácil.

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Bem galerinha, é isso, espero que façam estas receitas e gostem do resultado! Compartilhem com seus amigos e familiares, alguém pode precisar muito destas dicas!

Abraços e até a próxima!

Fonte:

http://www.lactosenao.com

 

Ambientes públicos e espaços de convivência

 

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Imagem do site HUMA

O ser humano foi criado para as relações interpessoais. Desde o princípio da vida em comunidade ele busca lugares para se socializar, e já nos primórdios se reunia em cavernas ao redor do fogo, onde podia estar abrigado do perigo e contar suas aventuras aos demais. Isso pode ser confirmado pelas descobertas arqueológicas e as muitas evidências de pinturas rupestres, ou seja, formas de expressão artística pré-histórica, encontradas em paredes, tetos e outras superfícies das cavernas e abrigos rochosos. Nestes ambientes, o ser humano aprendeu a conviver e compartilhar experiências. Surgiram noções dos espaços de convivência, assim como as regras para se viver em sociedade.

No decorrer do tempo, o homem se tornou mais confiante e passou a ser mais “outdoor”, foi quando as comunidades começaram a se reunir também em ambientes abertos. Em cada momento da história ele encontrou locais para se reunir e fazer parte de um grupo com o qual tenha afinidades e pontos em comum. Os espaços públicos foram palcos do desenvolvimento cultural, legislativo, filosófico e científico das primeiras civilizações, como por exemplo a “heliaia, eclésia, ou ágora”, locais de encontros dos cidadãos ao ar livre na antiga Grécia. Estes locais se tornaram um marco do estabelecimento do espaço urbano, e alguns afirmam que a ágora era a expressão máxima da esfera pública na paisagem urbanística grega, pois eram espaços públicos por excelência, palco da história, onde floresceu a cultura, a política e a vida social desta civilização.

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Porém, hoje vivemos tempos de modernidade, de conexão virtual, de relacionamentos à distância. A vida nas grandes cidades parece afastar as pessoas de relacionamentos e o homem novamente retorna a lugares internos e protegidos. A marginalização nos centros urbanos e o crescimento da violência gerou um sentimento de insegurança e medo, levando o homem a se esconder em suas cavernas. Atualmente em muitas cidades do Brasil, o espaço de convivência se tornou “indoor”, uma vez que centros comerciais e clubes são os mais procurados para encontros, devido à segurança e facilidade de acesso a comodidades, como estacionamento, alimentação, entretenimento e comércio.

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Imagem do Pinterest

Mas, e se nossas cidades oferecessem ambientes públicos ao ar livre, onde o cidadão teria segurança e comodidades, como banheiros e estruturas de lazer e esporte? Em algumas cidades da Europa isso já é realidade, e em muitas cidades do Brasil projetos parecidos estão sendo implantados, para que o cidadão desfrute do bem público, utilize as praças e parques, esteja em contato com a natureza, possa compartilhar experiências e ter seu entretenimento ao ar livre. Existem muitas cidades que poderiam servir de exemplo para implantar projetos de revitalização dos espaços públicos, para que se possa retomar os espaços de convivência ao ar livre e trazer o ser humano novamente ao ambiente externo.

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Jardin du Luxembourg, Paris – França (foto tirada em 2014)

Este artigo é parte de um estudo que busca conhecer a situação atual das praças e parques públicos das nossas cidades, e se analisar se realmente são estruturas que aproximam as pessoas, se atualmente cumprem sua função de espaços de convivência, assim como encontrar exemplos de cidades que poderiam ser modelos para novos projetos de revitalização. A urbanização é inevitável, segundo Jeffrey Sachs, em alguns anos a maioria da população do planeta estará vivendo em cidades. Por isso as cidades do futuro deverão ser cidades sustentáveis, o espaço urbano precisa ser repensado para que seja adequado às necessidades dos cidadãos. Devemos buscar construir juntos a cidade que nós queremos, que une pessoas e meio ambiente, que respeita as interconexões do ser humano com a natureza, que abre caminho para a convivência e uso sustentável do espaço público.

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Hyde Park, Londres – Reino Unido (foto tirada em 2014)

Texto de: SANTOS, S.L.O. (Sílvia Santos)

Fontes:

Wikipedia.org

Imagens retiradas do Google imagens e Pinterest

https://esbocosfilosoficos.com/tag/grecia-antiga

http://pt.slideshare.net/entrecores/arte-grega-21547131 (imagem)

https://www.youtube.com/watch?v=hTI5OWiz22w – O que é uma Ágora

http://www.huma.net.br/o-morador-e-cidadao/pela-troca/

http://www.huma.net.br/dialogos-da-huma/por-cidades-mais-livres/

SACHS, Jeffrey D. The Age of Sustainable Development. New York: Columbia University Press, 2015.

O caminho para o aprendizado: livros x experiências

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Imagine este cenário: você vai fazer uma cirurgia cardíaca, o médico entra e diz: “Olá, você pode relaxar e confiar, eu li vários livros sobre esse tipo de cirurgia, tenho certeza de que posso fazer isso”. Você permaneceria calmo e confiaria sua vida na mão deste doutor? O processo de aprendizagem é complexo e exige não só receber o conhecimento dos livros, mas também é importante praticar, aprender com suas próprias experiências.

Enquanto o conhecimento vindo dos livros é mais técnico, receber o conhecimento através da experiência é prático. Quando alguém está aprendendo habilidades profissionais é importante ter uma introdução ao assunto, mas praticar o conhecimento adquirido é fundamental. A suposta cena do início é um bom exemplo, porque no meio profissional a experiência significa confiabilidade. É por isso que estágios e residências são formas eficazes de um aluno colocar em prática seus conhecimentos.

Quando você lê um livro, você recebe várias informações importantes e específicas sobre um determinado assunto. Por outro lado, quando você pratica o que está aprendendo, pode fixar em sua mente toda essa informação. É essencial ter vocabulário profissional, o que é certo que você vai obter através da literatura, mas quando você está na área profissional, você não apenas vai falar sobre um assunto, será necessário que você saiba como fazer.

É importante dizer que os livros são grandes fontes para conhecer como as outras pessoas veem algo, e eles contém muitos exemplos para lhe mostrar um caminho, dar um norte aos estudos. No entanto, quando você aprende com suas próprias experiências, você está construindo seu próprio conhecimento e está criando um novo caminho. Pesquisando em um livro, você vai encontrar diferentes pontos de vista, vários exemplos, grande quantidade de informações essenciais para construir o seu conhecimento. No entanto, tendo suas próprias experiências será mais fácil entender tudo o que você leu.

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O conhecimento adquirido dos livros é técnico, é abundante em detalhes e vocabulário específico, contém conhecimentos e experiências de outros para ilustrar algum ponto de vista, enquanto que o conhecimento adquirido pela experiência é mais prático, ajuda a fixar o aprendizado e trazer novas ideias, e abre um caminho para construir seu próprio rascunho de experiências. Neste ponto, podemos concluir que o conhecimento dos livros é significativo, mas ter sua própria experiência é fundamental para completar o processo de aprendizagem e isso pode reforçar o conhecimento técnico.

“A experiência acumulada nos livros, embora frequentemente valiosa, não é mais do que a natureza do aprendizado, enquanto que a experiência adquirida com a vida real é a natureza da sabedoria” ― Samuel Smiles

The learning path: books x experiences

Imagine this scenario: you are going to do a heart surgery, the doctor enters and says: “Hello, you can relax and trust, I have read several books about this kind of surgery, I am sure that I can do it.” Would you stay calm and trust your life in this doctor hand? The process of learning is complex and demands not only receive knowledge from books, but also it is important to practice and to learn with your own experiences.

While the knowledge from books is more technical, the knowledge from experience is practical. When someone is learning professional skills is important to receive the introduction to the subject, but to practice the skills is fundamental. The supposed scene from the beginning is very common because in the professional field experience means reliability. This is why internships, trainees and residences are effective ways for a student to put their knowledge into practice.

When you read a book, you receive several important and specific information about the subject. On the other hand, when you practice what you are learning you can fix better all that information. It is essential to have professional vocabulary, what is sure you can obtain in literature, but when you are inside the professional area, you are not only going to talk about the issue, you are supposed to know how to do.

It is important to say that books are great fonts to know how other people see something, and they have examples to give you a path. However, when you learn from your own experiences, you are building your own knowledge and you are creating a new path. Researching in a book, you are going to find different points of view, a several samples, huge quantity of essential information to build your knowledge. However, by making experiences on your own, it is easy to understand better all you have read.

The knowledge from books is technical, it is full of details and specific vocabulary and it contains other’s expertise and experiences to illustrate some point of view, while the knowledge from experience is more practical, it helps to fix the learning and to bring new ideas, and it opens a way to build your own draft of experiences. At this point, we can conclude that knowledge from books is significant, but to have your own experience is pivotal to complete the process of learning and this can reinforce the technical knowledge.

Dicas para viagem: como organizar sua mala e não esquecer nada! – Parte 2

Olá amigos viajantes!

Esta semana foi votada e aprovada pela Anac a nova regulamentação do setor aéreo, que entre outras mudanças, eliminou a franquia obrigatória de bagagens despachadas para voos nacionais e internacionais. Ou seja, para despachar suas malas os passageiros terão que pagar. Uma das notícias boas destas mudanças é que aumentou o limite de peso da bagagem de mão, de 5 kg para 10 kg. Estas medidas entrarão em vigor em 2017, mas apenas para passagens compradas a partir de 14/03/2017. (Informações no site do Melhores Destinos – link abaixo)

Diante desta notícia fresquinha, voltamos ao nosso artigo para continuar com nossas dicas de como fazer as malas, e já vou adiantando que elas vão te ajudar muito a fugir da fila para despachar malas e economizar. Vamos aprender a cantar e viver como o Balu e o Mogli: “Necessário, necessário, o extraordinário é demais pra mim…”.

Parte 2:

5 – Cuidado com os líquidos, para viagens em avião há restrições e regras bem específicas, afinal você não quer jogar fora aquele seu perfume ou shampoo “super caro”, né? (Estou dando esta dica pois já aconteceu comigo, eu estava com frascos de 100ml, que comprei especificamente para viajar, e só porque não estavam com identificação de conteúdo tive que jogar tudo fora, cheguei na Argentina sem Shampoo, Condicionador, creme hidratante, sabonete líquido…enfim, jogaram tudo fora ><).

O limite é 100ml para cada frasco, não pode passar de 1 litro no total e tem o limite de apenas uma embalagem por pessoa. Devem estar em uma embalagem que possa ser lacrada, que seja transparente e alguns aeroportos exigem que no frasco tenha especificado a quantidade que pode conter a embalagem . Também lembre de levar esta embalagem na bagagem de mão (bolsa, mochila), para não ter que abrir sua mala para retirar a embalagem.

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“Todos os líquidos transportados têm de estar guardados nos respectivos recipientes inferiores a 100ml. Todos os líquidos devem ser transportados num único saco de plástico, transparente e re-selável, com as medidas máximas de 20cm x 20cm e capacidade total até 1 litro. Tem de conseguir fechar completamente o saco de plástico e guardá-lo na sua bagagem de mão. O saco dos líquidos tem de ser removido da bagagem de mão para passar separadamente pelo controle de segurança. ” (Website da Ryanair)

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6 – Geralmente ficamos em apartamentos, hostel ou studios, pois devido às restrições alimentares ficar em hotel não é uma boa opção para nós. Acaba sendo bem mais econômico e nos sentimos mais “moradores” e não muito “turistas”. Sendo assim, costumo lavar roupa ao chegar do passeio, isso ajuda a diminuir a quantidade de camisetas e roupa íntima da mala, pois enquanto usa a roupa seca e limpa, a usada e lavada já está secando para você usar novamente. Minha dica é levar um pouco de sabão líquido em um recipiente de até 100ml, ou você pode comprar no local. Porém, se for ficar poucos dias, será um custo desnecessário, pois não vai usar uma embalagem inteira, então a dica para economizar e viajar leve é: tenha seu próprio sabão na mala e lave as peças de roupas pequenas.

7 – Qual a melhor forma de dobrar? Como não amassar roupa social? Existem algumas formas bem eficientes de levar sua roupa sem amassar, uma delas é fazer rolinhos (procure vídeos na internet para entender a técnica), ou levar já passada e dobrar o mínimo possível como demonstrado nas imagens a seguir:

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Já fiz em rolinhos e também costumo levar dobrada em sacos com zíper, aqueles que usamos para separar as roupas na máquina, que neste caso são úteis para separar as roupas limpas das usadas na volta para casa.

8 – Separar os sapatos e colocar os pares de meia dentro. Eu costumo colocar em sacolinhas de corrida, mas você pode usar sacolas plásticas, sacos de TNT (aqueles usados para presentes), enfim, apenas lembre-se de separar para não sujar suas coisas na volta para casa. E colocar as meias dentro do sapato ajudam a não deformar e também a economizar espaço. Eu também separo em saquinhos as roupas íntimas, fazendo isso você não passa constrangimento caso a imigração decida abrir sua mala… rsrsrs (já aconteceu comigo, mas minhas roupas íntimas estavam guardadas direitinho).

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9 – Tenha uma pasta, pode ser de plástico ou outro material, desde que seja resistente e proteja bem todos os documentos necessários para apresentar ao oficial da imigração. Essa pasta deve estar na sua bagagem de mão, em local de fácil acesso. Assim você estará preparado caso solicitem em qualquer momento da viagem.

Aqui neste artigo temos algumas imagens, mas você pode buscar vídeos explicativos que vão te ajudar bastante. Caso tenha outras dicas e queira compartilhar, pode postar aqui nos comentários, afinal somos enriquecidos trocando informações.

Links úteis:

http://www.edreams.pt/blog/medidas-e-peso-de-bagagem-por-companhia-aerea/

https://www.ryanair.com/pt/pt/informacao-util/centro-de-apoio/perguntas-frequentes/Bagagem/Liquidos-na-bagagem-de-mao

 http://www.melhoresdestinos.com.br/bagagem-aviao-anac.html

Imagens:

Retiradas do Google imagens.

Espero que tenham gostado e que as dicas sejam uteis! Até a próxima e boa viagem!

By Silvinha Santos ❤

Dicas para viagem: como organizar sua mala e não esquecer nada! – Parte 1

Olá galerinha linda!!!

Depois de tanto tempo consegui terminar de escrever este post! Faz tempo que comecei a escrever sobre este tema, mas sempre parava e deixava meio de lado quando surgia outra inspiração. Depois que você começa a viajar parece que tem algum “insetinho” que te transmite um vírus, sendo o sintoma mais comum o fato de estar sempre planejando uma viagem, assim que chega de uma já começa a decidir para onde ir na próxima. Afinal é uma sensação maravilhosa, mas essa experiência precisa de um planejamento muito bem feito e estar atento a todos os detalhes, para poder curtir sem moderação sua viagem, senão pode ser “um tiro no pé”, e ao invés de relaxar e descansar, você pode estar comprando dor de cabeça junto com a passagem…

Depois que fui viajar algumas pessoas começaram a me procurar pedindo dicas e ajuda em alguns detalhes, mas percebi que uma coisa sempre é esquecida: a organização da mala! Ela é essencial para o sucesso da sua viagem e deve ser bem organizada. Cada um tem uma preferência e um estilo, mas uma coisa é certa: o básico é a melhor opção. Não exagere no conteúdo da sua mala na ida e lembre que você pode economizar bastante planejando sua mala. (Veja o outro artigo sobre 7 dicas infalíveis para economizar em uma viagem). Quando viajamos, eu e meu esposo levamos apenas mala de mão, isso mesmo, desde que começamos a viajar nunca despachamos mala ou pagamos por excesso de peso. Já ficamos um mês fora, viajando por três países diferentes, e apenas com bagagem de mão. Alguns já me perguntaram como é possível, e vou responder aqui neste artigo, fica atento!

Vamos lá para as dicas: você já decidiu seu destino, a data e o período que vai permanecer, tem um roteiro, um planejamento de passeios e lugares que quer visitar? Tudo isso é muito importante, pois influencia e muito na sua mala e define que tipo de roupa você deve levar. Então:

1 – Comece a pesquisar como vai estar o clima no local durante o período que você estará lá. Isso vai te ajudar a levar roupas apropriadas para a estação, e quem sabe uma ou outra fora do padrão, caso o local tenha fama de mudar de temperatura facilmente. (Se está levando roupas de verão, quem sabe um casaquinho leve, uma roupa de meia estação; se está levando roupas de inverno, pense em levar algo mais confortável e leve, caso esquente um pouco)

2 – Já sabe quais serão seus roteiros? Defina que tipo de locais quer visitar, pesquise antes se há restrições de trajes, por exemplo: alguns restaurantes exigem que o cliente esteja vestido adequadamente, alguns locais públicos não permitem entrada de bermuda e chinelos… Você pode montar na sua mente “looks” para cada dia da viagem, assim te ajuda a saber quantos pares de meia, quantas camisas, quantas calças você precisa.

3 – Minha dica: leve poucas peças em “jeans“, vá vestido de jeans e leve mais uma calça ou bermuda, caso ache necessário, pois esse tecido pesa muito e por ser pouco flexível atrapalha na montagem da mala. Você pode levar roupas em outros tecidos e caso o local esteja frio, faça uso das roupas de proteção térmica, que são bem maleáveis para levar na mala. Isto é muito importante quando o destino é um local frio: aprenda a se vestir em camadas.

4 – Tenha uma lista do que precisa levar, e quando estiver fazendo a mala vá riscando o que já colocou. Não esqueça os itens básicos, e se puder separe em pequenos kits: kit médico, kit higiene, kit eletrônicos, kit maquiagem etc. Lembre-se de colocar os kits na sua bagagem de mão que fica mais próxima de você (mochila ou bolsa pequena), assim caso necessite não vai ter que ficar pegando sua mala toda hora durante a viagem.

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Essas bolsinhas plásticas são uteis e deixam tudo organizado.

Bem, tem muito mais para compartilhar, então para não cansar, continuamos no próximo post, aguardem! Até a próxima!

By Silvinha Santos

Imagens: Retiradas do Google imagens.

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Gingerbread ou biscoito de gengibre

Olá pessoas,

Quanto tempo não posto receitinha aqui, mas estou de volta com essa bem clássica e fácil para o Natal (e para o ano todo também, por que não?): biscoito de gengibre!

Essa é uma adaptação minha, pois sou alérgica, como alguns sabem, então ela fica bem leve e muito saudável!! Eu adiciono farinha de aveia por causa das fibras e mel para enriquecer a receita nutricionalmente. Você pode colocar castanhas picadas, chocolate meio amargo picado, use sua criatividade e faça a sua adaptação também! ❤

Você pode fazer esses biscoitinhos e enfeitar sua mesa ou dar de presente para seus convidados na ceia de natal, basta colocar em um saquinho com um lacinho bem bonito ou em um vidro enfeitado… Use sua criatividade e crie um presente lindo, gostoso, saudável e personalizado!

Você encontra o gengibre em pó em lojas de produtos naturais e em algumas barracas de feira livre… Não sei se o gengibre ralado fica bom, ainda não tentei, quem tentar faz um comentário aqui ok?

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Chazinho da tarde em clima de Natal!!

Gingerbread lacfree

Ingredientes:

1 xícara de amido de milho ou polvilho doce
1 xícara de farinha de arroz
1 xícara de farinha de aveia
2 colheres de chá de fermento em pó
2 colheres de chá de gengibre em pó
2 colheres de chá de canela em pó
1 pitada de sal

1 ovo
1 xícara de açúcar mascavo
2 colheres de sopa de mel
1/2 xícara de óleo de girassol (ou menos)

Modo de preparo

Junte todos os ingredientes secos em uma tigela ou bacia, reserve. Bata separado o ovo, o açúcar, o mel e o óleo (eu bato no liquidificador). Depois junte aos ingredientes secos e misture bem com uma colher. Depois trabalhe a massa com a ponta dos dedos até obter uma consistência firme (pode acrescentar mais farinha para ela ficar no ponto de soltar das mãos).
Sobre uma superfície lisa polvilhada com farinha, abra a massa até deixar bem fina (eu uso rolo de massa, mas pode usar uma garrafa para ajudar a abrir a massa) e corte na forma que desejar. (dica: pode usar cortador, fazer a mão ou usar uma tampa redonda para ajudar a fazer o formato.)
Pré-aqueça o forno em temperatura baixa ou moderada (160° C a 180º C), coloque os biscoitos em uma assadeira untada e leve para assar até dourar, os biscoitos assam bem rápido, então fique de olho. Eu aconselho a virar depois de dez minutos e depois deixar por mais dez minutos, mas isso também depende do seu forno.

Até a próxima, feliz Natal galerinha!!!

See you, merry merry christmas!

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Nosso Jack frost envia um “alôzin” pra vocês! ❤

7 dicas infalíveis para economizar em uma viagem!

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Está pensando em adiar aquela viagem tão sonhada com medo da crise? Com estas dicas você pode embarcar tranquilo, pois vai conseguir economizar até para comprar uns “souvenirs”! 

1- Comprar passagens com antecedência: Se você já decidiu para onde quer ir, já comece a buscar promoções na internet. Hoje existem muitos aplicativos, sites de busca e comparação de passagens. Você pode conseguir boas oportunidades, então fique ligado. 

2- Evite se hospedar em grandes hotéis: A hospedagem pode ser o maior custo de uma viagem. Atualmente existem opções para todos os perfis de viajantes, você pode procurar por hostels, alugar apenas um quarto, ou um apartamento de temporada. Existem sites especializados para isso, pesquise bem. Vale lembrar: procure por referências de outros viajantes e fique atento às condições do contrato. 

3- Alimentação: fuja dos restaurantes próximos a pontos turísticos, pesquise na internet onde os locais costumam frequentar. Você desfrutará melhor da cultura local. A não ser que você seja adepto do turismo gastronômico, mas mesmo assim você pode escolher apenas um restaurante famoso. Além disso, se você seguir a dica anterior, poderá economizar fazendo compras no mercado local e preparando sua própria refeição. 

4- Pontos turísticos e atrações: algumas atrações costumam ter dias ou horários específicos com entrada gratuita, principalmente museus. Além disso, algumas cidades possuem cartões de turismo, que possibilitam o acesso a atrações gratuitamente ou por um preço reduzido, descontos em lojas e serviços, e também utilizar o transporte público. Com eles você terá a vantagem de evitar grandes filas.

5- Transporte: em algumas cidades existem sistemas de aluguel de bicicletas, e com apenas um cadastro online e o pagamento de uma taxa simbólica, você pode se locomover pela cidade e se sentir como um cidadão por alguns dias. Andando de bicicleta você poderá conhecer outros ângulos da cidade que não veria dentro do transporte público.

6- Souvernirs: Evite comprar presentes nas lojas oficiais dos pontos turísticos, com certeza você encontrará itens muito parecidos, senão os mesmos, em lojas fora da área turística por um preço muito mais baixo. Você pode ainda visitar feiras locais de artesanato ou de antiguidades, conhecidas como mercado de pulgas, onde encontrará presentes originais e únicos.

7- Bagagem: Sim, você pode economizar planejando sua mala! Antes de embarcar pesquise o clima da região para o período da sua viagem, assim você não precisará gastar com roupas ou calçados que não estavam no seu orçamento. Outra dica é fazer um “checklist”, para não esquecer nada e ter que comprar quando chegar ao destino. Além disso, leve pouca bagagem, lembre-se que na volta você sempre vai trazer algo a mais, assim não correrá o risco de pagar taxa de sobrepeso por causa daquele sapato ou casaco que você amou.

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