Superando o medo

Muitos não sabem, mas eu faço natação há algum tempo, não somente pelos benefícios para a saúde ou para perder peso, mas porque foi um alvo de superação para mim. A verdade é que tive uma experiência traumática quando eu era criança, eu quase me afoguei na praia, no raso, e fiquei com muito medo de entrar na água novamente, fosse no mar ou piscina, e muitas vezes a fobia também se manifestava na hora de lavar o cabelo. Só quem já passou por um afogamento sabe como é essa sensação. Um pavor que toma conta de você, te faz entrar em desespero e perder totalmente o controle da situação. Você se torna refém deste medo, desta monstruosidade que sua mente cria, seja ela verdadeira ou não, e você paralisa.

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Foi somente há alguns anos atrás, quando entrei em contato com as técnicas de coaching, que decidi acabar com as crenças limitantes e superar meu medo de nadar. Não foi nada fácil, foi bem difícil na verdade, pois o primeiro professor que eu tive não ajudou em nada: ele não foi gentil, não teve sensibilidade para lidar com meu trauma. Eu passei meses indo para a natação e usando uma boia amarrada no corpo. Imaginem a cena, uma mulher de vinte e poucos anos com uma boia amarrada. Pois é, eu “paguei mico”, mas eu não desisti, os professores mudaram e finalmente tive uma professora maravilhosa, a Érica, muito sensível e carinhosa que me ajudou e muito! Sim, eu venci a batalha contra o medo, eu aprendi a nadar sem boia, e já conseguia fazer uma marca de 1.500 m em uma hora! Para quem nada isso não é nada, mas para mim é a prova da superação e de que qualquer crença limitante pode ser quebrada.

A história não acaba aqui, não estou escrevendo nenhum conto de fadas, nenhum romance fictício, onde os personagens são “felizes para sempre” é da vida real que estamos falando. Vencer o medo não é apagar esse trauma da sua vida, é superar a lembrança traumática e conviver com ela de forma que já não te paralise. Mas, o medo volta, quando olhamos demais para a situação ao redor, perdemos a confiança, lembramos que não temos o controle e caímos novamente. Lembrei de Pedro, que estava andando sobre as águas confiadamente, mas foi só sentir o vento no rosto e ver as ondas que ele lembrou: “Opa, isso não é normal, eu estou andando em cima da água, eu posso afundar a qualquer momento…” e foi aí que ele começou a afundar. (“Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: ‘Senhor, salva-me! ’” Mateus 14:30). Eu sei bem como é isso. Eu quase me afoguei novamente há alguns anos atrás, durante uma aula errei a respiração e me descontrolei, fiquei um tempo na piscina me debatendo, estava muito cheia e não conseguia alcançar o chão com os pés (sou baixinha mesmo). A professora correu para a borda e começou a gritar, não lembro o que, mas me fez pensar: “eu estou em uma aula, eu sei nadar, eu não sou uma garotinha se afogando no mar, eu consigo boiar, eu posso sair dessa…” E foi assim que me acalmei e consegui me controlar, passei a boiar, consegui respirar e nadei até a borda.

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Este ano eu voltei a nadar, finalmente fui liberada pelo médico para fazer algumas atividades, após uma lesão no joelho, sendo a natação uma delas, por ter menos impacto na articulação. Atualmente eu amo nadar, estar debaixo da água, ouvindo somente o barulho da movimentação do seu corpo submerso. (“No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. ” 1 João 4:18). Geralmente utilizo este tempo para meditar, refletir, repassar ideias mentalmente. Meus dias mais produtivos são quando faço natação, ou quando corria, pois, embora meu corpo esteja atento aos movimentos, e eu esteja consciente das ações dos meus membros, meu cérebro está livre para trabalhar, criar, gerar coisas novas. Além disso, gosto da solidão nestes momentos, não poder falar ou estar em meio ao barulho suave da natureza me desperta os sentidos e eleva meus pensamentos. Não gosto de academia exatamente por isso, sou um tanto quanto antissocial, e as músicas altas, pessoas falando, conversinhas, atrapalham minha atividade cerebral criativa.

Mas o que quero falar aqui neste artigo é sobre superar o medo. Sobre não deixar que o medo sabote você. Hoje quando cheguei na aula a piscina estava muito cheia, a água estava na borda. Já pensei: “Meu Deus, hoje eu não consigo parar e ficar em pé na piscina, se acontecer algo tenho que continuar nadando”. Aí, quando fui entrar vi que tinha muitos insetos e assim que entrei tinha uma baratinha nadando do meu lado. Esse é outro medo que preciso superar todos os dias: barata. Já tive pavor, ao ponto de me desesperar, mas agora até consigo matar. Mas hoje aquela baratinha me desestabilizou… E se ela subisse em mim? Então já entrei na piscina com a confiança abalada, com medo mesmo sabe? E não deu outra: no meio dos 300 m, ainda fazendo aquecimento perdi o controle de novo e quase me afoguei. Foram apenas alguns segundos, afundando e me debatendo, mas aquelas lembranças traumáticas paralisaram meu raciocínio novamente e eu esqueci que sabia nadar. As crenças limitantes sempre vão tentar vir à tona, se você já entrar na luta com medo de perder, seu fracasso aconteceu antes mesmo de começar. Depois que consegui me tranquilizar e voltar a boiar, ficar respirando até meu batimento normalizar e conseguir nadar até a borda, depois que estava lá em segurança na borda lembrei de Jó e sua célebre frase: “Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu. ” (Jó 3:25). Até porque, a ‘bendita’ barata também achou um jeito de subir no meu braço, sim, eu consegui atrair tudo o que eu não queria hoje.

Depois disso tudo passei 800 m nadando e pensando na lição que aprendi: a insegurança atrai o fracasso. O medo de algo te leva a viver aquilo que você teme. Alguém que entra em um relacionamento com medo de ser traído, mal-amado ou abandonado, já está condenando seu relacionamento. Alguém que vai para uma prova ou entrevista com medo de não ser selecionado provavelmente não vai ser bem-sucedido nesta empreitada. Começar um curso ou uma faculdade com medo de não conseguir completar, é quase a mesma coisa que assinar sua desistência. A insegurança e o medo limitam nossas habilidades, enfrentar a situação olhando para o que pode acontecer de errado te leva ao fracasso, pois dá lugar na sua mente para as crenças limitantes que distorcem nossa visão e criam gigantes intransponíveis. Quer vencer algo? Se livre do medo, diga não para a insegurança e passe a olhar o que há de bom na situação: as ondas são altas e o vento está batendo? Jesus está com você sobre as águas. Sua família é tão abençoada que você tem medo de perder tudo isso? Creia que mesmo na morte, na dor e na perda, Deus tem restituição e renovação para você. A piscina está cheia até a borda? Aproveite para melhorar sua habilidade e criar resistência. Tudo é questão de perspectiva, você escolhe como vai encarar, e nessa escolha determina como serão seus resultados. Escolha superar o medo hoje!

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By Silvinha Santos

Fontes das Imagens:

http://negocioseoportunidades.net/medo-e-o-grande-vilao/

https://pensador.uol.com.br/ e Google imagens

Receitas de sobremesa sem leite e sem soja

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Olá galerinha linda!!!

Faz tempo que não trago receitas novas, a correria está grande, mas aqui estamos para cumprir a promessa que fiz no Instagram, postar a receita do brigadeirão! Bem, o final de ano é a época de comilança, não é mesmo? Só que para intolerantes e alérgicos é uma época complicada, comer na casa da família pode ser perigoso, a celebração pode acabar em dias de recuperação. Por isso andei fazendo novas experimentações de receitas, claro que fiz as consagradas, as que tenho certeza que vai dar certo, mas testei coisas novas e adaptei algumas receitas, e vou compartilhar com vocês. ❤

Eu recebi uma receita “ma-ra-vi-lin-da” da Flávia Machioni, do Lactose não, e fiquei super-master-blaster empolgada, aquela receita da vida, sabe? É de pudim de leite, uma das minhas sobremesas favoritas, que não como há anos, e decidi tentar. Postei essa receita lá no final, caso vocês queiram fazer. Infelizmente a minha tentativa não teve êxito, pois sou alérgica a castanha de caju e tentei substituir com leite de arroz, porém não deu ponto. Mas ficou bem gostoso, com cara de ambrosia, comi tu-di-nho kkkkkkkkkkk  (modo formiga on) Claro que vou tentar de novo, um dia eu chego lá e posto aqui…heheheh 🙂

Porém eu fiquei com muita vontade de comer Brigadeirão, teve no Natal e no Ano Novo e eu não pude nem passar perto dele… #chateada… 😦 Então peguei a receita original, misturei com a receita de pudim da Flávia, fui adaptando “daqui e dali”, e no final não é que deu certo? Sim, matei minha vontade, e foi aprovada aqui em casa, fiz no sábado e não chegou na segunda-feira… Então se joga e seja feliz, porque aqui é #semleite e #semsoja!

Brigadeirão sem proteína do leite

INGREDIENTES

3 ovos

1 1/2 xícara de açúcar demerara

2 xícaras de leite condensado de arroz (fiz bem cremoso, quase um creme, uma xícara de arroz, cozido só na água até ficar bem molinho, bate ainda morno no liquidificador com água fria até ficar um creme – pode colocar um pouco de açúcar demerara para bater)

5 colheres de cacau em pó (verifique se é puro, cuidado ao comprar a granel)

1 colher de margarina BECEL AZUL (a única que não tem leite)

Chocolate granulado DORI (o único que conheço até o momento que não tem proteína do leite)

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador, por 5 minutos até obter uma consistência cremosa. Eu bati primeiro os ovos, açúcar e margarina, depois adicionei o leite cremoso e bati por 5 minutos. Despeje a massa em uma forma com furo central untada com margarina. Eu assei no forno normal, a 200º C, durante 40 minutos, sem banho-maria. Você pode também tentar no forno micro-ondas, então coloque em forma própria para micro-ondas, untada com margarina e asse por 10 minutos. Se for forno elétrico fique de olho, acredito que metade do tempo (20 a 25 minutos) é suficiente. Deixe a massa esfriar por 15 minutos e depois leve à geladeira por 1 hora. Desenforme quando estiver bem gelado e confeite com o chocolate granulado.

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Não ficou lindo, mas estava muito bom, bem cremoso!!! ❤

Pudim de Leite Vegetal – Receita da Flávia Machioni do Lactose Não

Ingredientes

Pudim

250 ml de leite vegetal

250 ml de creme de castanha de caju (bata 1 xícara de castanha de caju deixada de molho por 8h com 3/4 de xícara de água mineral)

1/3 xícara de açúcar demerara

1 gema

2 ovos

5 gotas de extrato natural de baunilha

Misture em uma panela o leite vegetal e o creme de castanha de caju. Leve ao fogo até que comece a ferver. Desligue e tampe. Em uma tigela, bata a gema, os ovos e o açúcar, até ficar um creme mais claro. Misture ao líquido ainda quente, de maneira rápida e constante, para que cozinhe por inteiro e fique homogêneo, por último adicione o extrato de baunilha e mexa bem. Despeje o líquido na fôrma, por cima do caramelo, e asse em banho-maria. Temperatura do forno deve estar em aproximadamente 180 graus. Asse por 45 minutos.

Caramelo

1/3 xícara de açúcar demerara

1 pitada de sal

Raspas de laranja – opcional

Misture os ingredientes, despeje na forma do pudim. Leve a forma à boca do fogão e deixe caramelizar. Não mexa com colher, caso preciso, mexa a fôrma – com cuidado porque estará bem quente. Espalhe o caramelo na forma.

Para desenformar:

Deixe esfriar completamente, fica mais fácil para não quebrar. Dê uma leve aquecida no fundo da forma para que o caramelo derreta e solte mais fácil.

**

Bem galerinha, é isso, espero que façam estas receitas e gostem do resultado! Compartilhem com seus amigos e familiares, alguém pode precisar muito destas dicas!

Abraços e até a próxima!

Fonte:

http://www.lactosenao.com

 

Gingerbread ou biscoito de gengibre

Olá pessoas,

Quanto tempo não posto receitinha aqui, mas estou de volta com essa bem clássica e fácil para o Natal (e para o ano todo também, por que não?): biscoito de gengibre!

Essa é uma adaptação minha, pois sou alérgica, como alguns sabem, então ela fica bem leve e muito saudável!! Eu adiciono farinha de aveia por causa das fibras e mel para enriquecer a receita nutricionalmente. Você pode colocar castanhas picadas, chocolate meio amargo picado, use sua criatividade e faça a sua adaptação também! ❤

Você pode fazer esses biscoitinhos e enfeitar sua mesa ou dar de presente para seus convidados na ceia de natal, basta colocar em um saquinho com um lacinho bem bonito ou em um vidro enfeitado… Use sua criatividade e crie um presente lindo, gostoso, saudável e personalizado!

Você encontra o gengibre em pó em lojas de produtos naturais e em algumas barracas de feira livre… Não sei se o gengibre ralado fica bom, ainda não tentei, quem tentar faz um comentário aqui ok?

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Chazinho da tarde em clima de Natal!!

Gingerbread lacfree

Ingredientes:

1 xícara de amido de milho ou polvilho doce
1 xícara de farinha de arroz
1 xícara de farinha de aveia
2 colheres de chá de fermento em pó
2 colheres de chá de gengibre em pó
2 colheres de chá de canela em pó
1 pitada de sal

1 ovo
1 xícara de açúcar mascavo
2 colheres de sopa de mel
1/2 xícara de óleo de girassol (ou menos)

Modo de preparo

Junte todos os ingredientes secos em uma tigela ou bacia, reserve. Bata separado o ovo, o açúcar, o mel e o óleo (eu bato no liquidificador). Depois junte aos ingredientes secos e misture bem com uma colher. Depois trabalhe a massa com a ponta dos dedos até obter uma consistência firme (pode acrescentar mais farinha para ela ficar no ponto de soltar das mãos).
Sobre uma superfície lisa polvilhada com farinha, abra a massa até deixar bem fina (eu uso rolo de massa, mas pode usar uma garrafa para ajudar a abrir a massa) e corte na forma que desejar. (dica: pode usar cortador, fazer a mão ou usar uma tampa redonda para ajudar a fazer o formato.)
Pré-aqueça o forno em temperatura baixa ou moderada (160° C a 180º C), coloque os biscoitos em uma assadeira untada e leve para assar até dourar, os biscoitos assam bem rápido, então fique de olho. Eu aconselho a virar depois de dez minutos e depois deixar por mais dez minutos, mas isso também depende do seu forno.

Até a próxima, feliz Natal galerinha!!!

See you, merry merry christmas!

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Nosso Jack frost envia um “alôzin” pra vocês! ❤

Criando uma horta em casa

Olá pessoas lindas! Hello people!

Quanto tempo não é mesmo? Bem, a minha vida mudou bastante desde o último post, em outro post eu falo um pouco sobre as novidades que estou vivendo. Neste post quero focar em algo muito importante para nossa saúde e também para a saúde do planeta: alimentar-se com produtos orgânicos! Você pode estar pensando que este papo é coisa de “ecoamigo” ou “vegano”, mas a verdade é que os produtos orgânicos fazem bem a nossa saúde. Se soubéssemos a quantidade de metais pesados e outros produtos químicos que estão presentes em nossas frutas e verduras, os quais não vão sair, nem mesmo com uma boa higienização, e podem trazer inúmeros malefícios, dentre eles o surgimento de diversos tipos de câncer. Se isso estivesse em um rótulo nas frutas e verduras que você compra semanalmente, com certeza ia pensar algumas vezes antes de consumir. É por isso que cada vez mais pessoas estão se voltando para uma alimentação mais natural, orgânica. Porém, infelizmente os orgânicos são realmente mais caros, pois eles demandam de mais cuidado e mais mão de obra, muitas vezes provém de pequenos produtores, que não conseguem baixar seus custos para baratear sua produção.

Então como poderemos ter uma alimentação de qualidade, tendo a certeza que o alimento não está contaminado? Uma das soluções mais em conta é ter uma pequena horta em sua casa! Imagina colher seus alimentos e consumi-los fresquinhos, com a certeza que são naturais e sem agrotóxicos? Eu sei, eu sei, a maioria das pessoas moram em espaços cada vez menores, afinal somos urbanos, temos uma vida corrida, cheia de afazeres e com pouco tempo e espaço. Eu também vivo em uma casa pequena, tenho uma vida super corrida, e mesmo assim continuo cultivando minhas plantas. Que delícia é chegar na primavera e ver sua mini rosa desabrochando, sua orquídea abrindo uma flor que é um espetáculo, seu tomate dando os primeiros frutos, pode tomar um suco de abacaxi com a hortelã do seu quintal… ahhh isso não tem preço gente!!

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Meu pé de tomate cereja! ❤

Então hoje eu quero dar umas ideias de como criar sua pequena horta, para você se inspirar e decidir ter uma vida mais saudável. Você pode começar com temperos (alecrim, hortelã, manjericão, pimenta, etc) e depois que pegar prática passar para pequenas hortaliças e assim vai. O importante é começar e manter o foco. Algumas plantinhas não vão resistir, outras vão durar muito pouco, mas não desista, a semeadura é algo que requer paciência para poder colher os frutos e se beneficiar deles. (Isso é em tudo na vida ok?) Eu já tentei fazer com aquelas sementinhas que vendem em saquinhos, e pra mim nunca dá certo, nunca nasce nada, acho que não tenho mão boa para usar semente…rsrssrs…. Mas você pode comprar a mudinha já crescida e ir cultivando ela. Pode usar garrafas PET, latinhas de molho de tomate, vidros de geleia ou conservas…Basta ter uma terra boa, um vasinho e começar sua aventura! Enfim, use sua criatividade! Seja do jeito que escolher, o importante é começar!

As imagens são de sites diversos e muitas foram encontradas no Google search:

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Espero que tenha gostado do post e que seja bem útil para você! As ideias são inúmeras e cada uma mais linda que a outra, escolha a que melhor combina com sua casa e seu espaço. Que tenhamos uma vida mais saudável, mais “clean”, mais natural!

Até a próxima, see you!

By Silvinha Santos

Dicas para viagem: Alimentação para quem tem restrições alimentares!

Olá galera linda!!!

Faz tempo que queria escrever sobre isso, e depois de tanto tempo finalmente consegui parar para escrever esse post! Eu descobri a intolerância à lactose em 2014, o ano que fiz a primeira viagem de avião com meu esposo.

Eram tantas coisas para planejar e pensar, foi um planejamento de um ano pra nossa viagem, mas na época ainda não sabia muito sobre as intolerâncias e alergias alimentares, ainda estava conhecendo como meu corpo respondia à tudo isso. Claro que esqueci de escolher um menu sem lactose no momento da compra do voo, só pensei nisso depois, bem depois! E como fomos para Londres, foram “apenas” 16 horas dentro do avião, e a alimentação que recebi foi normal, igual à do meu esposo. “Marinheira de primeira viagem”, ou viajante de primeiro vôo, sofremos um pouco, não somente com relação à alimentação, mas também com relação à rinite alérgica, que ficou atacada e acabou com minhas narinas (ficaram bem machucadas por dentro…)! Na época, antes de viajar eu pedi um conselho pra minha Nutricionista, que indicou enzima lactase para diminuir as reações, a qual eu usei em todas as refeições e o que realmente ajudou, porém não tirou os efeitos por completo, no voo de volta passei muito mal, e foi uma péssima experiência.

Em 2015 fizemos diferente, nas nossas férias deste ano, quando fomos comprar o vôo, já logo pedi para meu esposo: “quero um menu sem lactose, por favor!”. Hoje em dia eu já sei que além da intolerância à lactose, também tenho alergia à proteína do leite, ou seja, a enzima lactase não é suficiente, eu tenho que me abster totalmente de leite, mes-mooo! Nosso voo foi pela Alitalia, e gostei bastante do atendimento e das refeições: além de ser sem
lactose, era sem glúten também! O café da manhã e o lanche na madrugada foi um pão especial, sem glúten. Tudo bem saudável e que me trouxe bastante saciedade, além disso o gosto estava muito bom! Há quem não goste de comida de avião, e ache parecida com a de hospital, mas isso é intriga gente, a comida estava bem feita e gostosa! rsrs… 🙂

Tirei algumas fotos para compartilhar com vocês:

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Café da manhã

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Janta

O problema mesmo foi no aeroporto, foi complicado achar algum restaurante para comer que não tivesse lactose, infelizmente tive que fazer o uso da enzima, e tive um pouco de reação na ida para Roma, fiquei bem inchada e com dores abdominais, coisa horrível de acontecer quando você está em um avião, não via a hora de chegar e tomar um banho, deitar na cama… Por isso a minha dica: se for muito cedo para o aeroporto e tiver como levar sua própria refeição, faça isso, você vai economizar e garantir uma viagem tranquila. Na volta eu fiz isso, levei uma salada de macarrão para comer antes de embarcar, tive um retorno super tranquilo, já que no avião a comida era toda especial.

A vida é assim, vivendo e aprendendo, mas já que a gente foi na frente e sofreu um pouco, você pode aprender com nossos erros e fazer tudo direitinho pra curtir uma viagem tranquila! Eu sigo a Flávia, do Lactose Não, e aqui está um resuminho do que evitar quando for comer fora, achei bem interessante e estou compartilhando com vocês:

O que comer fora de casa

Achei o resumo muito útil e interessante, pois é exatamente assim que eu me comporto quando estou fora. É claro que não é fácil gente, mas assim como “o crime não compensa”, geralmente as reações alérgicas realmente não compensam um curto momento de prazer gastronômico. É necessário mudar o significado da comida, entender o porquê você come, para conseguir vencer às tentações e “gordices” deste mundão aí… rsrsrs

Espero que sejam dicas úteis e que você tenha gostado, se gostou curte e compartilha com seus amigos, informação é valiosa e pode ajudar muita gente que precisa! ❤

Até a próxima! 😉

Bye!

Fonte imagem: <http://www.lactosenao.com/dicas-sem-lactose/comer-fora-de-casa-intolerancia-lactose/&gt;

Pão integral de liquidificador

Pão integral de liquidificador

                Pão integral de liquidificador

Olá galera!!

Desde que comecei a jornada por uma alimentação mais saudável e sem lactose, passei a me aventurar na cozinha e adaptar receitas. Eu nunca fui de cozinhar, era só o básico e olhe lá, mal conseguia fazer um bolo que fosse realmente bom. Mas descobri que fazer experimentos é muito bom, te faz descobrir novos sabores e texturas, faz você abrir a mente para coisas novas, e neste tempo aprendi a comer muita coisa que eu não comia antes.
Andei procurando por uma receita de pão caseiro, e achei algumas sem lactose, porém esses dias eu precisava fazer um pão (acabou o pão em casa e não tinha como ir comprar no momento) e não tinha muito tempo, precisava ser algo rápido! Então resolvi inventar, sim eu podia procurar na internet: “pão de liquidificador”, mas a pressa era grande, então decidi fazer minha própria receita… Essa receita não é sem glúten, mas é sem lactose e funcional, pois adicionei linhaça e chia, que agregaram valor nutritivo à receita.

Pão integral de liquidificador

Ingredientes:
3 ovos
1/4 de azeite
1/4 de óleo de canola
1 copo de água
1 pitada de sal
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farelo de aveia
1 colher de sopa de farinha de linhaça
1 colher de sopa de farinha de chia
1 colher de fubá (opcional, coloquei pra dar um sabor de milho ao pãozinho)
1 colher de sopa de fermento químico

Aveia em flocos ou gergelim (para polvilhar)
papel toalha para forrar
ervas finas para dar sabor (opcional)

Modo de fazer:
Misture os ovos e os óleos (azeite e canola), bata bem com uma pitada de sal. Adicione a água e bata mais um pouco. Misture todas as farinhas em um recipiente e vá acrescentando aos poucos. Eu adicionei ervas finas e bati, mas isso é opcional. Por fim adicione o fermento e misture levemente com uma colher ou espátula. Forre a forma com papel toalha, e coloque a massa. Polvilhe a aveia ou gergelim por cima da massa, para decorar o pão.
Coloque em forno pré-aquecido e deixe assar até ficar douradinho. (pelo menos 30 minutos, dependendo da forma e do forno). Tire do forno e deixe esfriar um pouco, desenforme, retire o papel e está pronto!

Fácil né gente? Em menos de uma hora você tem um pão fresquinho e caseiro, e o melhor: sem pesar na consciência! Um pedacinho sustenta bastante, pois ele é basicamente um pão com muitas fibras.

Gostou? Comenta e compartilha também, você pode ajudar outras pessoas!

Abraços e até a próxima!

Pizza caseira

Olá galera!

Promessa é dívida, então aqui estou para cumprir a promessa e postar a receita da pizza que fiz com meu esposo no fim de semana. Devido à intolerância a lactose é difícil achar uma pizza que eu possa comer sem medo, então este final de semana decidimos fazer pizza em casa. Olha que linda que ficou:

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Eu comprei a massa pronta, no mercado mesmo, mas você pode usar como massa o pão sírio ou fazer uma dessas opções de massa:

Massa de pizza sem glúten e lactose – rende 1 pizza grande

Ingredientes:
1/2 xícara de farinha de arroz
1/2 xícara de fécula de batata ou amido de milho
1/2 copo de goma hidratada de tapioca- aquelas que compramos no mercado prontas para usar
1 colher de chá de goma xantana
1 colher de chá de sal
1/2 colher de sopa de fermento biológico seco
1 colher de chá de açúcar demerara
1/2 copo de água morna
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 ovo

Modo de fazer:
Primeiro de tudo vamos fazer a pré-fermentação! Dissolva o fermento, o açúcar e o azeite na água morna – a temperatura ideal eé quando você coloca o dedo e está confortável, espere o fermento reagir (cerca de 15 minutos).
Em uma tigela misture a farinha de arroz, a fécula de batata, goma de tapioca, sal e a goma xantana e reserve. Faça um buraco no meio da mistura dos secos e adicione a mistura do fermento e o ovo levemente batido e misture
até obter uma massa lisa. A massa fica bem grudenta, não tem como manipular com a mão. Deixe a massa descansando em ambiente quente até dobrar de volume. Abra a massa em formato de pizza, eu coloco na forma
antiaderente e espalho com um espátula mesmo. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 10 a 15 minutos. Tire do forno, coloque o recheio de sua preferência e leve novamente para assar por mais uns 15 minutos a 200 graus
C.

Retirado de: http://www.lactosenao.com/receitas-sem-lactose/massa-de-pizza-sem-gluten-e-lactose/

Pizza de Liquidificador

Ingredientes
1 xícara(s) (chá) de leite
1 unidade(s) de ovo
1 colher(es) (chá) de sal
1 colher(es) (chá) de açúcar
1 1/2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó
1 colher(es) (sopa) de margarina

Como fazer:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até borbulhar. Despeje a mistura numa assadeira para pizza, untada. Asse em forno previamente aquecido.
Depois de assada coloque a cobertura de sua preferência e leve novamente para o forno e deixe alguns minutos. Sirva a seguir.

Retirado de: http://www.cybercook.com.br/pizza-de-liquidificador-r-13-488.html?origem=coluna-direita-bloco-receitas-relacionadas

Preparação do Recheio:

Fizemos dois sabores, calabresa e atum. Primeiro preparei um molho de tomate bem temperadinho com extrato, cebola, alho, temperos diversos. Passe o molho ainda morno na massa (eu gosto de furar a massa para penetrar o molho de tomate) depois cubra com o recheio que você escolheu.

Para fazer a pizza de calabresa meu esposo ralou uma linguiça inteira, no ralador comum mesmo. Se você tiver processador ou quiser em fatias, fica a seu gosto. Colocamos fatias de cebola e pimentão verde e amarelo picadinhos, salpiquei orégano e pronto, colocamos no forno por alguns minutos…

Para a pizza de atum:
1 lata de atum
azeitona
palmito picado
seleta de legumes
milho verde
ovo cozido
cebola e tomate em rodelas
pimentões verde e amarelo picadinhos
orégano

Como podem ver, não fiz uma pizza light ou fit… Não estou aqui para enganar vocês, porém fazer a pizza em casa é uma opção mais saudável do que pedir a pizza pronta e para mim o beneficio foi não ter que me preocupar com a lactose. Claro que, feita em casa, as calorias da pizza diminuem, mas ela continua sendo um alimento com muito sódio, pois utilizamos enlatados e produtos com conservantes. Sendo assim, não exagere na hora de saborear ok? 😉

Abraços a todos e até a próxima!!!

Organizando sua vida para ter regularidade nos treinos (e melhorar sua vida!)

Olá pessoas!!!

Uma das coisas que mais ouço por aí: “Gostaria de ser mais organizada(o) e disciplinada(o)…” Galera, não encarem esse assunto como algo impossível ou difícil demais, afinal todos nós podemos colocar em prática algumas regras básicas e se organizar melhor, a administração do tempo é fundamental para todas as áreas de nossas vidas! Eu sei que alguns tem mais facilidade que outros, mas com o tempo você vai tornando isso um hábito e mudando sua rotina!

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Já disse e vou dizer de novo: quando organizamos nossas vidas nosso tempo rende, pois deixamos de perder tempo com decisões simples que podem ser antecipadas, e podemos utilizar esse tempo para fazer outras coisas, até mesmo aquelas que mais gostamos e nunca sobra um tempinho! Por exemplo: separar no domingo as roupas que você poderá utilizar na semana… Você pode pesquisar a previsão do tempo e separar algumas peças chave, deixar passado em um cabide seu look básico. Benefício: Se você acordar em cima da hora (sem querer ou de propósito…rsrsrs) não vai ter problema, é só vestir e “read to go”! 😉

Tenho lido bastante sobre o equilíbrio na vida, sobre manter todas as áreas da nossa vida equilibradas para viver de forma mais plena, pois quando deixamos de dar atenção a alguma área com certeza esse desequilíbrio vai afetar as outras áreas também. Por isso todos nós devemos aprender a administrar nossa vida, como se ela fosse um grande empreendimento, que necessita ter visão, missão, valores bem definidos, assim como um plano estratégico para alcançar seus objetivos de curto e longo prazos… Ufa, ficou até cansado agora né? rsrs…

Alguém pode estar se perguntando: Quando ela vai parar de falar difícil e dar a dica? Calma, eu chego lá gente! =)

A dica chave para ser organizado: persistência! Significa continuar quando todos os outros desistiram (Josué Campanhã), ou seja, para alcançar nossos objetivos precisamos sair da zona de conforto e ser fortes em nosso propósito, seja ele esportivo, intelectual, financeiro ou pessoal. Se um dia ou uma semana não conseguir fazer, recomece do zero, mas não desista!

Rodrigo Langeani, do Espírito Outdoor, dá 8 dicas para conseguir treinar mais: Automatize; Afaste-se das tentações; Resista à seus impulsos; Durma Mais; Treine pela manhã;Coma frequentemente; Evite multi-tarefa;Trabalhe em tiros. Você pode ler sobre cada tópico no site, eu recomendo, muito esclarecedor.

Destas dicas algumas eu pratico e me ajudam muito! A primordial delas é treinar de manhã, pois eu sou totalmente diurna e treinar cedinho é uma estratégia para começar o dia em alta frequência. Além disso, costumo trabalhar em tiros, que significa fazer uma atividade de forma intensa e focada por um período de tempo. Eu faço um treino curto pela manhã e no fim da tarde outro treino de duração média. No final do dia o saldo é de 90 minutos de atividade física, mas sem chegar à exaustão e sem riscos altos de lesão.

Para fazer este treino da manhã eu costumo acordar umas 5:40, procuro deixar tudo preparado com antecedência, roupa, marmita, lanches… Eu comecei a me organizar assim por causa das provas, já deixava roupa separada, o chip no tênis, o número de peito com os alfinetes, entre outras coisas. Tudo isso porque antes de ter carro tinha que acordar bem cedo, para conseguir me alimentar direito, sem correria, e muitas vezes saía tão cedo, por causa do horário do transporte público, que tinha que levar o café da manhã comigo. Isso me fez ver que se eu aplicasse a mesma disciplina todos os dias, poderia acordar mais cedo e treinar de manhã, pois quando eu volto do trabalho muitas vezes tenho tantas coisas para fazer que acabava não fazendo o treino de fortalecimento. Agora não tem como escapar! ❤

Além disso eu preparo as refeições da semana em um dia, geralmente no domingo à tarde. Isso ajuda muito galera, já falei em outro post sobre as marmitas e como eu me organizo, você pode saber um pouco mais neste post:

https://silvinhasantos.wordpress.com/2015/04/10/a-arte-de-marmitar/ 

Você pode preparar um cardápio variado, fazer os carboidratos (arroz ou macarrão), as verduras, legumes e saladas cruas, e deixar para proteínas (ovo, frango, carne, etc) no dia ou na noite anterior. O jeito é ver como você se adapta melhor e ir se organizando aos poucos. Se você não gosta de comida requentada, a dica é acordar mais cedo e fazer sua comida pela manhã.

Resumindo tudo: para ter regularidade nos treinos você precisa diminuir os obstáculos e as distrações, sendo assim, antecipando pequenas atividades de sua rotina você poderá ter mais tempo livre para treinar. Claro que podem surgir imprevistos, mas serão coisas que você não pode prever, nem calcular, pois as atividades previsíveis de sua rotina podem ser organizadas e automatizadas, ou seja, você estabelece um dia e horário específico para realizar estas atividades. Organização na vida gera qualidade de vida, pois influencia diretamente sua alimentação e seus treinos!

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Pense nisso e persevere! Até a próxima galera!!!

Fontes:
http://www.espiritooutdoor.com/8-maneiras-de-organizar-sua-vida-para-conseguir-treinar-mais/